Complexo Hospitalar implementa novo sistema e realiza treinamento

   

O Complexo Hospitalar (CH) da UFRJ, conjunto de hospitais e institutos de pesquisa na área da saúde, começa em abril a implementação do Aplicativo de Gestão Hospitalar Universitário (AGHUse), voltado para a gestão de ambientes hospitalares universitários.

A iniciativa é resultado do convênio de operação técnica que a UFRJ firmou com o Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA) para desenvolver e instituir um sistema capaz de gerenciar, de maneira mais efetiva e integradora, todas as unidades do Complexo Hospitalar.

O processo começa no Instituto de Psiquiatria (Ipub/UFRJ) com o primeiro curso de treinamento para a equipe estratégica, entre os dias 16 e 20/4. Segundo Maria Lucia Freitas, assessora especial para Políticas de Saúde do CH, a implementação do AGHUse chega tanto para melhorar a vida do paciente como auxiliar na administração e pesquisa dentro do ambiente universitário. “Fizemos um diagnóstico dos principais problemas nos nossos ambientes de tecnologia da informação, para que possamos promover a melhoria nesse setor e criar uma política de informação em saúde”, afirma.

 

Treinamento realizado na UFRJ   Foto: Maria Lucia Freitas

Entre as melhorias possíveis com o AGHUse está a criação de um prontuário único para todo o complexo de hospitais da UFRJ, que permitirá  um atendimento mais integrado entre as unidades ao paciente e o acesso dos médicos ao seu histórico de maneira mais completa. Freitas sustenta que, assim, o sistema estará mais centrado no usuário, possibilitando a maior circulação na rede.

Os ganhos estendem-se a outros setores, com impacto significativo na uniformização dos processos e uma gestão administrativa mais eficaz e transparente. O AGHUse também será importante para a pesquisa, já que sistematizará os dados de maneira única, permitindo acesso amplo. "O benefício não é exclusivo da pesquisa médica, mas também para diversas áreas, como  economia, estatística, estudos sobre o parque tecnológico médico da UFRJ. Teremos um banco de dados muito rico e poderemos melhorar a função educacional de nossos hospitais”, conclui Freitas.