Nota oficial

Em relação ao sequestro-relâmpago de dois professores da UFRJ, no dia 18/5

A administração central da Universidade lamenta que tenha de registrar, mais uma vez, um crime desse tipo na Cidade Universitária. O crime, brutal, é inadmissível em um campus universitário e causa indignação a toda a comunidade, em virtude da gravidade e da violência às quais os docentes foram expostos. Cada acontecimento dessa natureza atinge em profundidade todas e todos que fazem da UFRJ uma instituição respeitada mundialmente por sua relevância social. A Prefeitura da UFRJ está acompanhando o caso junto à 37ª DP.

No mês passado, a Reitoria reuniu-se com o subscretário de assuntos estratégicos da Secretaria de Segurança do Rio, Roberto Alzir, e pediu atenção ao aumento do número de sequestros-relâmpago no campus. Na ocasião, o secretário se comprometeu em reforçar o policiamento nas vias. Na UFRJ, a segurança das áreas externas é de responsabilidade da Polícia Militar. 

Como medida para reforçar o patrulhamento no campus, a UFRJ vai aderir ao Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis), aumentando qualitativamente o número de viaturas na Cidade Universitária. O contrato será pago pela Petrobras, uma das empresas instaladas no campus, e já está em vias de implementação. Acreditamos que a medida será um reforço importante para coibir esse tipo de crime na Universidade.

Na próxima quarta-feira, a Prefeitura da UFRJ terá uma reunião com a Divisão Antissequestro da Polícia Civil para tratar desse e de outros casos envolvendo a comunidade universitária.