Professor da UFRJ é novo presidente da Faperj

Jerson Lima ao centro, de azul. Foto: ABC/Divulgação

Jerson Lima Silva já foi diretor científico da Fundação

Na segunda (29/1), o professor titular da UFRJ Jerson Lima Silva foi empossado pelo governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, como novo presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).

Por 15 anos, Jerson foi diretor científico da Faperj e, há mais de 20 anos, é professor titular do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, da UFRJ. Na posse como novo presidente da Faperj, ele destacou a importância dos pesquisadores das instituições fluminenses para o avanço científico, posicionando o Rio como o segundo estado com maior volume de produção de conhecimento no país, o que aponta para o protagonismo na cena científica brasileira.

Dirigentes e representantes de instituições de ensino superior e pesquisa estiveram presentes na cerimônia de posse, como o reitor da UFRJ, Roberto Leher, e o da Uerj, Ruy Garcia Marques, além do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Rodrigues.

A Faperj

Criada em 1980, a Faperj é a agência de fomento à ciência, tecnologia e inovação do estado do Rio de Janeiro. O órgão tem por objetivo estimular atividades nas áreas científica e tecnológica, além de apoiar projetos e programas de instituições acadêmicas e de pesquisa sediadas no estado.

O novo presidente da Faperj

Foto: Lécio Augusto Ramos

Jerson Lima Silva é doutor em Biofísica pelo Instituto de Biofísica da UFRJ. Desde 1997, é professor titular no Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, também da Universidade. Entre 2003 e 2018, atuou como diretor científico da Faperj. Há mais de 30 anos, é pesquisador bolsista nível 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O pesquisador é, ainda, membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Academia de Ciências para o Mundo em Desenvolvimento (Fellow), da Coordenação de Programas de Estudos Avançados (Copea) da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Academia Nacional de Medicina, da qual émembro titular. É, também, coordenador do Centro Nacional de Ressonância Magnética Nuclear Jiri Jonas (CNRMN/UFRJ), principal centro aparelhado com equipamentos de ressonância magnética nuclear (RMN) de alto campo (900, 800, 700, 600, 500 e 400 MHz) da América Latina.

Entre os principais prêmios do pesquisador da UFRJ estão os da Fundação John Simon Guggenheim (1991), International European Economic Community (1991), Prêmio Sendas em Doenças Infecciosas de Crianças (1995), Howard Hughes Medical Institute (1997-2002), Prêmio Nacional Unibanco em Medicina (1998), Auxílio Núcleos de Excelência do Ministério da Ciência e Tecnologia (1998), Cientista do Estado do Rio de Janeiro (2000, 2003, 2005, 2007 e 2009), Ordem Nacional do Mérito Científico, concedido pela Presidência da República do Brasil na classe de Comendador (2002) e na classe de Grã-Cruz (2009), Prêmio da Academia Mundial de Ciências (TWAS, 2006), Prêmio FCW 2009 em Ciência e Cultura da Fundação Conrado Wessel (2010), Prêmio Faz Diferença - Ciência/Saúde do Jornal O Globo (2012), Prêmio Gregorio Weber Award da American Biophysical Society (2018).

Com informações da Assessoria de Imprensa do governo do estado do Rio de Janeiro