Nota sobre o projeto VivaUFRJ

Universidade esclarece pontos levantados em coluna publicada em O Globo e na Folha de S.Paulo

 

Em relação à nota A privataria com o Sírio no Canecão, da coluna de Elio Gaspari, publicada em 30/6/2019 em O Globo e na Folha de S.Paulo, a UFRJ esclarece que atualmente desenvolve, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o projeto VivaUFRJ, visando à cessão de uso de áreas ociosas da Universidade, num total 485 mil metros quadrados na Ilha do Fundão e Praia Vermelha, incluindo o terreno do antigo Canecão.

O projeto ainda está na fase dos estudos técnicos e de viabilidade, feitos por um consórcio liderado pelo Banco Fator, contratado pelo BNDES. Após a conclusão desses estudos, o Conselho Universitário (Consuni), órgão máximo da UFRJ, analisará as propostas e abrirá licitação pública. Não é possível apontar ainda os empreendimentos que funcionarão no local, mas é certo que nada ocorrerá sem competição entre os interessados privados nacionais e internacionais. Importante destacar que, como a cessão dos imóveis ocorrerá por tempo determinado, não há de se falar em privatização.

O VivaUFRJ prevê contrapartidas dos investidores na forma de novos prédios acadêmicos, em particular para a assistência estudantil (moradias e restaurantes universitários), laboratórios de alta segurança e a conclusão de obras interrompidas. Frisamos que está no escopo das contrapartidas a entrega de um novo equipamento cultural na mesma região onde funcionou o Canecão.

A execução do projeto tem sido apresentada a autoridades e entidades públicas. Desde etapas iniciais, é acompanhada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por meio de um acórdão que orienta a UFRJ a ocupar o espaço do antigo Canecão.

Veja as perguntas frequentes sobre o projeto: http://bit.ly/faqvivaufrj.

 

Nadine Borges
Diretoria Executiva do VivaUFRJ
3/7/2019