UFRJ participa de plano de ações contra a COVID-19 nas favelas

Foto: Divulgação / ONG Viva Rio

Professores e pesquisadores da UFRJ estão participando de um plano de ações conjuntas para o enfrentamento da COVID-19 nas favelas cariocas. A iniciativa envolve também outras instituições, como a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além de lideranças comunitárias e movimentos sociais do Complexo do Alemão, Cidade de Deus, Maré, Rocinha e Santa Marta. A proposta é atuar em três dimensões no combate à pandemia: prevenção, atendimento médico e coordenação de ações e apoio social. 

Na última segunda-feira (4/5), a deputada estadual Renata Souza (PSOL) informou, por meio de seu perfil no Twitter, que a Presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro “se comprometeu a dar suporte orçamentário para a execução do plano” e reiterou “o compromisso do líder do governo de encaminhar o funcionamento de um gabinete de crise da COVID-19 nas favelas, com representação do governo e da sociedade civil”.

“A adesão integral de todas as autoridades públicas sinaliza para a gravidade do quadro sanitário e nos demanda monitoramento urgente frente aos compromissos assumidos pelos entes públicos. A articulação dessa rede social-científica possibilitou produzir e entregar para a gestão pública essa contribuição central para o enfrentamento da pandemia em nosso estado”, afirma o professor Richarlls Martins, do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas em Direitos Humanos Suely Souza de Almeida (Nepp-DH) e integrante do grupo de ação. 

Vantuil Pereira, diretor do Nepp-DH e vice-decano do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), também participa do grupo. “A iniciativa é importante para inserirmos a universidade na realidade e dificuldades que as favelas enfrentarão neste período tão delicado. Entendemos que o trabalho de divulgação de informações que possam auxiliar na mitigação da disseminação da COVID-19 é tarefa nossa como educadores”, afirma.

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